Preparei respostas diretas para as dúvidas mais comuns do consultório. A ideia é orientar o próximo passo com clareza: quando observar, quando investigar e quando tratar (clínico ou cirúrgico).

Procuro investigar quando há azia que insiste, dor na “boca do estômago”, náuseas frequentes, sensação de empachamento, constipação/diarreia recorrentes, dor abdominal que vai e volta, dificuldade para engolir ou alterações em exames. Na consulta, alinhei sintomas, exame físico e, se preciso, peço exames para definir conduta.

Indico cirurgia quando há diagnóstico de refluxo com impacto importante na qualidade de vida, falha do tratamento clínico/medidas de hábito ou complicações (por exemplo, esofagite grave/estenose). A decisão é baseada em endoscopia, pHmetria, manometria e correlação com os sintomas.

Disfagia progressiva, engasgos, dor ao engolir, perda de peso ou anemia pedem avaliação. Em geral, começo com endoscopia. Em casos selecionados, complemento com exames de imagem e testes funcionais para entender a causa e definir o tratamento.

Quando há evacuações infrequentes ou esforço/dor por semanas, investigo hábitos, medicações e sinais de alerta. O tratamento da constipação combina ajustes de rotina, manejo de fibras e líquidos, orientação de evacuação e, se necessário, medicação. Exames entram quando há sinais de alarme ou falha ao tratamento inicial.

Sintomas típicos (dor no lado direito/alto do abdome, náuseas após gordura, inflamações) indicam cirurgia de vesícula. Na maioria dos casos, faço colecistectomia por via minimamente invasiva. A recuperação costuma ser rápida, com retorno gradual às atividades conforme orientação.

Avalio hérnias inguinais, umbilicais, incisionais e hiatais. Indico operar quando há dor, aumento do volume, limitação na rotina ou risco de encarceramento/estrangulamento. Explico a técnica, o uso de tela quando indicado e o plano de retorno às atividades.

No contexto digestivo, falo em leiomioma de esôfago (mioma) e doença diverticular do cólon. Cirurgia entra em mioma sintomático/duvidoso e na diverticulite complicada ou com crises recorrentes. O preparo considera exames, estado clínico e a melhor via (minimamente invasiva quando apropriado).

Acompanhamento depende do tipo, tamanho e achados de imagem de cisto no pâncreas. Sinais de risco (crescimento, nódulos, ducto dilatado, sintomas) mudam a conduta. Em casos selecionados, a cirurgia é indicada; nos demais, sigo protocolo de vigilância com imagem periódica.

Com base em exames (tomografia/RM e, quando indicado, outros), avalio relação do tumor com vasos, presença de metástases e condição clínica. Se a doença é ressecável, discuto a melhor via (aberta, laparoscópica ou robótica) sem comprometer princípios oncológicos.

A escolha depende da localização, extensão e margens necessárias. Em tumores distais, muitas vezes faço ressecção parcial; em tumores proximais/difusos, a total é mais adequada. A reconstrução do trânsito e o plano nutricional são combinados previamente.

Usualmente uso o estômago preparado como tubo para reconstruir o trânsito; alternativas (cólon/jejuno) são raras e selecionadas. No pós, organizo mobilização precoce, fisioterapia respiratória, nutrição em etapas e vigilância da anastomose.

Quando a anastomose tem alto risco (inflamação importante, perfis mais críticos) ou quando a estratégia pede proteção, posso indicar ileostomia/colostomia temporária. Planejo a reversão assim que as condições forem favoráveis.

Escolho a via que oferece melhor exposição e segurança sem perder critérios oncológicos. A robótica pode ajudar em dissecções precisas; a laparoscopia atende muito bem a vários cenários. Se a via escolhida deixa de ser a mais segura, converto para garantir o melhor resultado.

Atendo de forma particular e, quando aplicável, forneço nota para reembolso conforme regras do plano do paciente. Detalho os passos de solicitação e os documentos necessários.

O agendamento é feito pelos canais informados no site. Traga documentos pessoais, exames recentes (imagem, endoscopia, biópsias) e lista de medicamentos. Isso acelera a tomada de decisão.

Atendo em São Paulo (SP). Os hospitais e centros cirúrgicos utilizados são alinhados na marcação da cirurgia, considerando disponibilidade, necessidade do caso e cobertura contratada.

Tudo o que já tiver: endoscopia, laudos de imagem, biópsias, exames de sangue e relatórios. Se faltar algo, eu organizo a sequência com datas e prioridades.

Eu conduzo o preparo com checklists: avaliações pré-operatórias, ajustes de medicação, jejum, higiene da pele e orientações de internação. Na alta, você sai com instruções por escrito e contatos.

Defino metas diárias (dor, respiração, mobilização, dieta) e sinais de alerta: febre persistente, dor que piora, vômitos repetidos, sangramento, saída anormal por drenos. Qualquer um deles pede contato imediato.

Sim, para discussão de resultados e orientações que não exijam exame físico. Para dor aguda ou sinais de alerta, recomendo avaliação presencial.

Nos horários informados, utilize o canal direto do consultório. Fora desse período, siga as orientações do plano de alta; se houver sinais de gravidade, procure pronto atendimento e me avise em seguida.

Programo o primeiro retorno de acordo com a necessidade clínica (pós-operatório, revisão de laudos, ajuste de conduta). Em oncologia, os prazos seguem o cronograma combinado com a equipe.